Hoje vou falar do meu ponto de vista no game The Saboteur, game desenvolvido pela Eletronic Arts e a Pandemic. O game é muito bom em algumas partes, e certas partes, simplesmente deixam a desejar.
The Saboteur é um game de ação e open-world. É bem parecido com GTA, no aspecto de roubar carros, fazer missões e um pouco de Assassin's Creed, por causa das escaladas nos prédios, ataques pelas costas, infiltração, etc...
Pra quem comprou o Game original, ele traz um código pra usar in-game que libera uma nudez parcial nas mulheres do cabaret e você pode escolher como as mulheres se vestem também no cabaret. Isso no Xbox360 e no Ps3, porque no PC ele já vem com isso.
Você é Sean Devlin, um Irlandês, que era piloto de carros. No começo do game você joga num tipo de prólogo, 3 meses antes. Numa grande corrida, quando você está prestes a ganhar, Diecker aparece
e atira no pneu do carro, fazendo assim com que Sean perca a corrida e fique com muita raiva de Diecker. Sean e Jules, seu melhor amigo, tentam ultrapassar a base nazista onde está Diecker, para sabotar o carro, mas eles são pegos e seu amigo é torturado e morto por Diecker.
Depois disso a história realmente começa, num cabaret, você conhece Luc que lhe ensina a "sabotar" as bases nazistas.
A história se resume a isso, vingança de Sean contra Diecker junto aos nazistas e um romance pra lá e romance pra cá.
O combate é simples, é como no GTA, invés de estrelas de polícia, há os apitos dos nazistas, e quanto mais apitos, mais difícil fica de fugir ou matar, mas no decorrer do game, você libera algumas coisas que deixam o combate ou a fuga muito fáceis. Você pode correr pra dentro de uma área da resistência, e eles fazem tudo para você, ou você pode comprar a habilidade da "mini gang" que quando usada, aparecem 3 ou mais (depende do nível da skill) num carro e saem dando tiros pra todos os lados.
Mas existe também o "sneak attack", é como se fosse no assassin's creed, você chega escondidinho e mata o nazista pelas costas, se você matá-lo nos socos ou no "sneak attack", você pode se disfarçar de nazista e tentar infiltrar nos lugares, mas acredite, é mais difícil se infiltrar do que sair matando todos os nazis (na minha opinião).
No decorrer do game, você ganha Perks que aumentam suas habilidades e evoluem em até 3 níveis, cada Perk tem um modo de ser pego, como fugir tantas vezes, matar tantos nazis com sniper ou matar tantos com rifles. Os Perks diminuem recoil da arma, aumentam a potência de granadas e essas coisas.
Há no game o mercado negro, onde você pode comprar armas e algumas skills para as armas. Junto com o mercado negro, geralmente há uma garagem onde você pode guardar quantos carros você quiser e quando quiser um deles, é só falar com o NPC ao lado que o carro aparece pra você.
Algumas partes da cidade são todas em preto e branco e só o vermelho ou o azul aparecem, mas não é estranho, é até muito bonito. Conforme você completa as missões, as áreas voltam as cores normais e só servem mesmo pra mostrar seu progresso no game.
Tem carros em todos os lugares e são bem fáceis de se controlar, até os mais rápidos, então escapar no game não é uma tarefa muito difícil. Além disso também tem os esconderijos emcima das casas (eu nunca achei um haha).
Os gráficos para um open-world estão até que bons para mim, as faces dos personagens são bem feitas, as árvores são uma das coisas que eu sempre noto nos games, e essa não me agradou muito, as casas são simples, na maioria das vezes, iguais. As vozes são do tipo, bem-feitas mas depois de um tempo você enjoa de ouvir aqueles sotaques, e o diálogo não é nada que mude o game, são apenas pessoas conversando coisas nada convincentes (mesmo nas missões, é um monte de lenga-lenga pra falar que você precisa ir matar alguém ou sabotar alguma coisa).
Quando você conversa com alguns NPCs, às vezes acontece alguns bugs estranhos, como o NPC ficar sentando e levantando, matar as pessoas fazendo com que elas caiam na quina de uma mesa,
Eu posso dizer que as músicas realmente dão um "up" a mais no jogo, enquanto você dirige, as músicas são "aconchegantes", você nem percebe a música tocando e em horas de ação a música já muda, dando um drama todo à cena.
The Saboteur é na minha concepção, um game que você pode jogar sem problemas (se não tiver nada melhor pra fazer), apesar das missões um tanto que repetitivas, o game tem uma história até que... ok...
É o tipo de game que não conseguiu me prender à TV, eu jogo um pouco, faço umas 3 ou 4 missões e saio, provávelmente vai ser igual com a maioria.
A Campanha dura até que bem mas poderia ter sido mais bem formulada, daria pra fazer muitas outras coisas legais com o design do game.
Gameplay: 8.5
Apresentação: 7.0
Média Final: 7.5
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5 de dezembro de 2009
Review - The Saboteur
A História
Combate e Gameplay
Apresentação
E no Geral...
Notas
História: 6.5
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